“Nisto conhecerão TODOS que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros” João 13:35
O ser humano exibe sinais para se identificar: correntes no pescoço, sinais no corpo, maneiras de saudar as pessoas, estilos de vestir, adesivos e até corte especial de cabelo. Os sinais, geralmente, revelam os valores ou crenças das pessoas que os utilizam e as identificam. Entre todos os sinais existentes, há um superior aos demais. Este sinal é universal e deverá durar através de todos os tempos da Igreja, até a volta de Jesus. Que sinal é este? É um novo mandamento: “que vos ameis uns aos outros (João 13:34)”. Mas é uma ordem que inclui uma condição: “Nisto conhecerão TODOS que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros”. É assim: Se você obedecer, ganha o direito de usar o emblema (sinal) dado por Cristo, e as pessoas identificam você como seguidor de Cristo. São inúmeras as referências bíblicas sobre amor ao próximo, aos pais, filhos, irmãos, maridos, esposas, e até mesmo às pessoas que nos odeiam. Só que infelizmente este é um dos mandamentos mais esquecidos. Principalmente na Igreja onde congregamos.
Há quatro anos, nós da Cia. Teatral Sal da Terra, participamos do CristoArte - Festival de Teatro Mensagem, organizado pelo Grupo Vivarte. No princípio tivemos um certo receio (como seríamos recebidos? Como seria um festival católico?) e com certeza não só de nossa parte, mas também por parte de nossos irmãos do Vivarte. Lembro-me até hoje da voz de espanto da Sheila (esposa do Rodrigo Ciarrocchi), quando dissemos que éramos evangélicos e perguntamos se podíamos participar. Era uma experiência nova, tanto para nós, como para eles. Pela graça de Deus, conseguimos participar e deu-se início a uma experiência única para nós quando se fala de amor ao próximo. Amor este, tão grande, mas tão grande, que quando termina o festival fica aquele gostinho de “já acabou?”, um vazio tão grande que infelizmente não é preenchido. Existe mais amor entre pessoas que só se encontram duas vezes ao ano, do que pessoas que se vêem no mínimo, uma vez por semana. Quando estamos no CristoArte, somos respeitados, recebemos apoio, incentivo, palavras de carinho, de afeto, de fé, provas de amor verdadeiro e sincero. Quantas situações passamos juntos? Em 2002, quando a Fanny faleceu, quem compartilhou a nossa dor? Quem nos apoiou, nos deu carinho? Nos incentivou a não desistir? Quando a Érika passou mal no festival, quem a socorreu? Quem dobrou os joelhos e orou (rezou) por ela? Foram nossos amigos “católicos”, por muitas vezes discriminados por nós, “evangélicos”.
O que menos temos em nossa Igreja é respeito e amor. Nosso grupo é composto por jovens, pessoas em busca de crescimento espiritual, em busca da maturidade como cristãos. Não são perfeitos, são falhos. Precisam de apoio e não de críticas. Precisam de amor e não de indiferença. Precisam de respeito ao que fazem, mesmo sendo imperfeitos. Precisam de pessoas que os motivem, que lhes ajudem a crescer em Cristo. Precisam de mestres, para se tornarem discípulos. Precisam de pessoas para compartilhar suas alegrias e suas tristezas, suas vitórias e seus fracassos. Mas onde estão estas pessoas? Não deveriam ser nossos irmãos de fé, Adventistas da Promessa em Capão Redondo, estas pessoas que tanto precisamos? Mas onde está o amor de Cristo? Não são discípulos do Mestre? Mas onde está o sinal do discipulado? Onde está o AMOR? Onde? Por quê ao invés de falar mal pelas costas, não demonstram amor VERDADEIRO, PURO e SINCERO de peito aberto? Por quê ao invés de nos tratarem como membros de uma “panelinha”, não nos consideram membros da mesma Igreja? Até quando vai persistir essa situação que divide o corpo de Cristo? Diante desta situação, têm como existir interesse por parte destes jovens com relação a nossa Igreja? Não somos perfeitos, somos falhos, mas mesmo assim, somos irmãos e precisamos uns dos outros. É claro, que existem as exceções. Existem pessoas em nossa Igreja que nos amam e que por muitas vezes também são discriminadas por nos apoiar. Mas em sua maioria, não é assim.
Agora eu pergunto: somos verdadeiros discípulos de Cristo agindo dessa forma? Se não amamos nem os nossos, como é que vamos amar o nosso próximo? Prestemos atenção no que o Senhor diz em João 13:35: Nisto conhecerão TODOS que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros. Se vocês, se eu, se cada um de nós, AMAR um ao outro seremos reconhecidos como VERDADEIROS DISCÍPULOS DE CRISTO! Este é o primeiro passo. Vejam como o negócio é sério. Jesus está concedendo um direito ao mundo: através de Sua autoridade Ele dá ao mundo o direito de julgar, com base no nível de amor que desenvolvemos em nossas relações, se você e eu somos verdadeiros cristãos nascidos de novo. Se alguém se dirigir a nós e nos lançar em rosto que não somos cristãos porque não temos demonstrado amor para com os outros, devemos entender que este alguém está somente exercendo um privilégio que Jesus lhe concedeu.
Jesus está dizendo algo cortante. Não podemos esperar que o mundo creia que o Pai mandou o Filho, que as reivindicações de Jesus sejam verdadeiras, e que o cristianismo seja verdadeiro, a não ser que o mundo veja alguma realidade na unidade de cristãos verdadeiros. Jesus, de fato nos deu o sinal que prenderá a atenção do mundo. É o amor entre cristãos que prenderá a atenção do mundo. Ô VIII CristoArte que não chega!!
Este Desabafo utilizou alguns trechos do texto “O desafio de sermos um” de autoria do Pr. José Lima de Farias Filho, publicado no livro “Mentalidade Cristã em um Mundo Não Cristão” – Editora Voz do Cenáculo
O ser humano exibe sinais para se identificar: correntes no pescoço, sinais no corpo, maneiras de saudar as pessoas, estilos de vestir, adesivos e até corte especial de cabelo. Os sinais, geralmente, revelam os valores ou crenças das pessoas que os utilizam e as identificam. Entre todos os sinais existentes, há um superior aos demais. Este sinal é universal e deverá durar através de todos os tempos da Igreja, até a volta de Jesus. Que sinal é este? É um novo mandamento: “que vos ameis uns aos outros (João 13:34)”. Mas é uma ordem que inclui uma condição: “Nisto conhecerão TODOS que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros”. É assim: Se você obedecer, ganha o direito de usar o emblema (sinal) dado por Cristo, e as pessoas identificam você como seguidor de Cristo. São inúmeras as referências bíblicas sobre amor ao próximo, aos pais, filhos, irmãos, maridos, esposas, e até mesmo às pessoas que nos odeiam. Só que infelizmente este é um dos mandamentos mais esquecidos. Principalmente na Igreja onde congregamos.
Há quatro anos, nós da Cia. Teatral Sal da Terra, participamos do CristoArte - Festival de Teatro Mensagem, organizado pelo Grupo Vivarte. No princípio tivemos um certo receio (como seríamos recebidos? Como seria um festival católico?) e com certeza não só de nossa parte, mas também por parte de nossos irmãos do Vivarte. Lembro-me até hoje da voz de espanto da Sheila (esposa do Rodrigo Ciarrocchi), quando dissemos que éramos evangélicos e perguntamos se podíamos participar. Era uma experiência nova, tanto para nós, como para eles. Pela graça de Deus, conseguimos participar e deu-se início a uma experiência única para nós quando se fala de amor ao próximo. Amor este, tão grande, mas tão grande, que quando termina o festival fica aquele gostinho de “já acabou?”, um vazio tão grande que infelizmente não é preenchido. Existe mais amor entre pessoas que só se encontram duas vezes ao ano, do que pessoas que se vêem no mínimo, uma vez por semana. Quando estamos no CristoArte, somos respeitados, recebemos apoio, incentivo, palavras de carinho, de afeto, de fé, provas de amor verdadeiro e sincero. Quantas situações passamos juntos? Em 2002, quando a Fanny faleceu, quem compartilhou a nossa dor? Quem nos apoiou, nos deu carinho? Nos incentivou a não desistir? Quando a Érika passou mal no festival, quem a socorreu? Quem dobrou os joelhos e orou (rezou) por ela? Foram nossos amigos “católicos”, por muitas vezes discriminados por nós, “evangélicos”.
O que menos temos em nossa Igreja é respeito e amor. Nosso grupo é composto por jovens, pessoas em busca de crescimento espiritual, em busca da maturidade como cristãos. Não são perfeitos, são falhos. Precisam de apoio e não de críticas. Precisam de amor e não de indiferença. Precisam de respeito ao que fazem, mesmo sendo imperfeitos. Precisam de pessoas que os motivem, que lhes ajudem a crescer em Cristo. Precisam de mestres, para se tornarem discípulos. Precisam de pessoas para compartilhar suas alegrias e suas tristezas, suas vitórias e seus fracassos. Mas onde estão estas pessoas? Não deveriam ser nossos irmãos de fé, Adventistas da Promessa em Capão Redondo, estas pessoas que tanto precisamos? Mas onde está o amor de Cristo? Não são discípulos do Mestre? Mas onde está o sinal do discipulado? Onde está o AMOR? Onde? Por quê ao invés de falar mal pelas costas, não demonstram amor VERDADEIRO, PURO e SINCERO de peito aberto? Por quê ao invés de nos tratarem como membros de uma “panelinha”, não nos consideram membros da mesma Igreja? Até quando vai persistir essa situação que divide o corpo de Cristo? Diante desta situação, têm como existir interesse por parte destes jovens com relação a nossa Igreja? Não somos perfeitos, somos falhos, mas mesmo assim, somos irmãos e precisamos uns dos outros. É claro, que existem as exceções. Existem pessoas em nossa Igreja que nos amam e que por muitas vezes também são discriminadas por nos apoiar. Mas em sua maioria, não é assim.
Agora eu pergunto: somos verdadeiros discípulos de Cristo agindo dessa forma? Se não amamos nem os nossos, como é que vamos amar o nosso próximo? Prestemos atenção no que o Senhor diz em João 13:35: Nisto conhecerão TODOS que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros. Se vocês, se eu, se cada um de nós, AMAR um ao outro seremos reconhecidos como VERDADEIROS DISCÍPULOS DE CRISTO! Este é o primeiro passo. Vejam como o negócio é sério. Jesus está concedendo um direito ao mundo: através de Sua autoridade Ele dá ao mundo o direito de julgar, com base no nível de amor que desenvolvemos em nossas relações, se você e eu somos verdadeiros cristãos nascidos de novo. Se alguém se dirigir a nós e nos lançar em rosto que não somos cristãos porque não temos demonstrado amor para com os outros, devemos entender que este alguém está somente exercendo um privilégio que Jesus lhe concedeu.
Jesus está dizendo algo cortante. Não podemos esperar que o mundo creia que o Pai mandou o Filho, que as reivindicações de Jesus sejam verdadeiras, e que o cristianismo seja verdadeiro, a não ser que o mundo veja alguma realidade na unidade de cristãos verdadeiros. Jesus, de fato nos deu o sinal que prenderá a atenção do mundo. É o amor entre cristãos que prenderá a atenção do mundo. Ô VIII CristoArte que não chega!!
Este Desabafo utilizou alguns trechos do texto “O desafio de sermos um” de autoria do Pr. José Lima de Farias Filho, publicado no livro “Mentalidade Cristã em um Mundo Não Cristão” – Editora Voz do Cenáculo
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